Gestão de Trabalhadores Remotos, Como Maximizar a Produtividade?

Os avanços na tecnologia empresarial tornaram possível trabalhar a partir de outros locais que não o escritório. À medida que tanto os trabalhadores como os gestores navegam nestas novas capacidades de trabalho à distância, têm surgido benefícios e desafios. Um dos maiores desafios tem provado ser a forma de gerir estes trabalhadores à distância.

Gerir trabalhadores à distância pode parecer um desafio completamente diferente do que gerir aqueles com quem se trabalha em estreita proximidade física. Muitas vezes, as coisas que funcionam num escritório não se traduzem totalmente para os trabalhadores à distância. Felizmente, isto não é um beco e há diferentes passos que pode dar para melhorar a gestão dos trabalhadores à distância, para serem produtivos e, mais importante ainda, para se sentirem envolvidos com o resto da equipa.

Aqui estão algumas dicas para a gestão de empregados remotos

Dica #1: Definir Expectativas Claras

Estabelecer expectativas e abrir um diálogo constante em torno de objectivos e prazos para permanecer na mesma página. Tentar padronizar os prazos tanto para os trabalhadores remotos como para os membros da equipa no escritório. Só porque os trabalhadores à distância não têm tempo de deslocação todos os dias não significa que tenham de dedicar essa hora extra ou assim, à conclusão das tarefas de trabalho. Encoraje os trabalhadores à distância a definir ‘horas de trabalho’, incluindo um tempo de arranque e paragem difíceis. Desta forma, existirão limites entre quando estão a trabalhar ou quando não estão disponíveis.
Gestão de Trabalhadores Remotos

Leia sobre os maleficios de não saber delegar.

Dica #2: Providencie uma Tecnologia Fiável

Se os seus empregados remotos não conseguem descarregar ficheiros, têm um orador partido nos auscultadores, ou recebem regularmente convites para uma reunião para um fuso horário diferente, não conseguiram resolver os aspectos básicos. Inicialmente, invista em tecnologia e ferramentas fiáveis para tornar a colaboração possível e simples, e depois desenvolva processos uniformes para utilizar essas ferramentas.

Dica #3: Incentivar a Construção de Relacionamentos

Empatizem e mostrem apreço pela vida dos vossos empregados perguntando sobre as suas famílias, hobbies e crenças. Se faz parte da gerência, verifique frequentemente com os seus empregados remotos utilizando ferramentas e práticas de colaboração de comunicação unificada, tais como documentos e folhas de cálculo partilhados, chamadas telefónicas, mensagens instantâneas e chat por vídeo para criar um sentimento pessoal. Indique visivelmente que apoia o seu sucesso oferecendo a sua ajuda ou conselhos para atingir objectivos em vez de verificar o progresso diário ou os números.

Dica #4: Utilizar Videoconferência

Como metade da comunicação humana é não verbal, não poder ver alguém com quem se conversa pode ser difícil e confuso. Para evitar esta confusão com empregados remotos, utilize o máximo possível a videoconferência. Ser capaz de ler as indicações visuais que a sua contraparte dá, dar-lhe-á uma melhor compreensão do que eles pensam realmente ou a sentir.

Dica #5: Foco em Objectivos em vez de Actividade

É importante gerir as expectativas e concentrar-se nos objectivos ao lidar com a sua força de trabalho remota. Tente não se preocupar tanto com o que está a ser feito, concentre-se antes no que está a ser realizado. Se a sua equipa está a cumprir os seus objectivos, ótimo, mas se não o faz, examine melhor a situação e avalie o que precisa de mudar.

Dica #6: Utilizar GIFs Animados e Emojis

Como mencionado anteriormente, uma grande percentagem da comunicação é não-verbal, e por isso é muitas vezes difícil para as palavras só por si transmitir a sua mensagem completa. Especialmente em situações de trabalho, as palavras podem ser tão agressivas ou não tão impactantes como se pretendia. Para ajudar a transmitir melhor o significado, encontre um gif para enviar juntamente com a sua mensagem, ou inclua emoticons ao longo da sua mensagem.

Siga estas dicas para ajudar os seus empregados remotos a sentirem-se incluídos e confiantes nos seus objectivos e tarefas em mãos. Quando os seus gestores souberem como lidar adequadamente com os trabalhadores à distância, os seus empregados também se sentirão melhor. Isto resultará no bom funcionamento do seu negócio e na sua luta pelo sucesso.

Como criar um plano de vendas para o sucesso da sua empresa

Aumentar vendas e lucro é o objectivo da maior parte das empresas. No entanto, sem um plano de vendas preparado, será difícil atingir as metas propostas para o seu negócio. Deve ter em conta as especificidades da sua empresa, os seus clientes e as oportunidades de negócio a procurar. Vamos demonstrar como um plano de vendas vai impulsionar o crescimento do seu negócio!

  1. Identifique os seus clientes e o seu produto

Faça um perfil do seu cliente actual: o que procura e porquê, o que espera e que tipo de linguagem compreende? Por fim, qual o discurso que mais facilmente irá absorver?

O seu produto deve ser apresentado da forma mais facilmente aceitável para o cliente – os clientes mais velhos tendem, por exemplo, a preferir uma comunicação polida. Considerem também os canais de comunicação que o cliente prefere. Os jovens são a faixa etária mais fácil de atingir através das redes sociais, ao invés da imprensa escrita.

A informação mais essencial a ser transmitida é a vantagem que o seu produto traz. Para conseguir passar esta informação, é necessário um estudo profundo do seu produto, das necessidades do cliente e como estes dois factores interagem. Compramos produtos por tantas razões: primeira necessidade, poupança, status, nostalgia, ideologia, entre muitos outros! Por que é que o cliente deveria comprar o seu produto, em oposição ao do seu concorrente? Os pontos sinceramente positivos e diferenciadores do seu produto tornar-se-ão claros, com essa reflexão. É neles que deve apostar!

  1. Desenhe um caminho estratégico até à sua meta

Um plano de vendas é uma excelente forma de mapear o caminho do seu negócio. Mas nenhuma viagem pode começar sem destino! O seu objectivo é aumentar as vendas em 15%? Então, divida o resultado final em diferentes objectivos mensais, ou trimestrais, de acordo com o mercado.

Ter uma meta é o primeiro passo. O seguinte é definir a estratégia para o atingir. A solução pode estar numa campanha de promoção, maior presença publicitária ou até em atrair clientes novos através dos seus clientes mais fiéis. As possibilidades são infinitas. Com uma estratégia delineada, a sua equipa sabe onde quer chegar, qual o prazo e quais as acções a tomar.

  1. Assegure o acesso aos dados necessários para uma análise em tempo real

A palavra-chave é acompanhamento. Os resultados de vendas devem ser acompanhados para garantir que o objectivo será cumprido. A táctica que funcionou em Agosto poderá não funcionar em Setembro, por uma variedade de razões. É necessário acesso a relatórios de vendas para que a análise dos mesmos ofereça novas soluções para o futuro e até previna erros.

Da mesma forma, campanhas de marketing devem ter em conta relatórios de acompanhamento para que possa avaliar como o investimento está a trazer retorno. É possível que surja a necessidade de alterar estratégias. Apesar de ser uma decisão séria, não se deve deixar afeiçoar a uma estratégia em detrimento de outra. Não deve ficar hesitante no momento de mudar. Em equipa que não ganha, deve fazer-se alterações.

  1. Não se esqueça dos seus clientes actuais

Às vezes, esquecemo-nos daquilo que está mesmo debaixo do nosso nariz. Os seus clientes actuais já compram os seus produtos pelo que já têm confiança no seu trabalho. Caso passe a conhecê-los ainda melhor, pode compreender como responder ainda melhor às suas necessidades. Por outro lado, pode também oferecer benefícios ou campanhas especializadas, baseadas na informação de vendas que obtive sobre estes clientes. Assim o volume de vendas pode ser aumentado não através de um aumento de vendas, mas através de um aumento do ticket médio.

  1. Comunique com a sua equipa de vendas e marketing

Quem está no terreno tem conhecimentos inestimáveis. Os seus colaboradores de vendas conseguem opinar sobre a viabilidade do plano muito rapidamente, com conhecimento de causa sobre objectivos de vendas, necessidades de formação ou até de satisfação do cliente. As dificuldades que vão impedir os objectivos de vendas podem ser prevenidas com uma comunicação prévia e aberta.

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Resumidamente, as vendas regem-se por muitas variáveis, mas a sua estratégia de vendas pode tê-las em conta e levar o seu negócio ao sucesso!

Benefícios da Certificação PME

A Certificação PME é um serviço que atesta o cumprimento dos critérios de micro, pequena e média empresa por parte das empresas nacionais. Permite assegurar que as regras definidas pela UE são aplicadas em Portugal, de modo a que as empresas portuguesas sejam avaliadas da mesma forma que o são as empresas de outros estados membros. Mas este também é um processo que facilita a obtenção de alguns benefícios fiscais e apoios financeiros, como é o caso do acesso aos sistemas de incentivos Portugal 2020 ou a linhas de crédito específicas para empresas PME.

Microempresa: se tiver menos de 10 colaboradores e um volume de negócios igual ou inferior a dois milhões de euros.
Pequena empresa:  empresa com menos de 50 funcionários e tenham um volume de negócios igual ou inferior a 10 milhões de euros.
Média empresa: até 250 colaboradores e um volume de negócios igual ou inferior a 50 milhões de euros são consideradas como médias empresas.

O apuramento dos totais de efectivos e montantes financeiros para a classificação PME considera os dados da própria empresa e também os dados das entidades que são suas “parceiras” ou “associadas”, de acordo com as definições e critérios constantes no Decreto-Lei n.º 372/2007 e Anexo.

A utilização da certificação de PME é obrigatória para todas as entidades envolvidas em procedimentos que exijam o estatuto de PME:

  • serviços da administração direta do Estado;
  • organismos da administração indireta do Estado;
  • sector empresarial do Estado;
  • entidades administrativas independentes e da administração autónoma do Estado;
  • entidades de direito privado que celebraram contratos ou protocolos com serviços e organismos do Estado neste âmbito

Benefícios da certificação:

  • Simplificar e acelerar o tratamento administrativo dos processos nos quais se requer o estatuto de micro, pequena e média empresa;
  • Permitir maior transparência na aplicação da definição PME no âmbito dos diferentes apoios concedidos pelas entidades públicas;
  • Permitir a participação das PME nos diferentes programas comunitários (ex. Portugal 2020);
  • Garantir que as medidas e apoios destinados às PME se apliquem apenas às empresas que comprovem esta qualidade;
  • Permitir uma certificação multiuso, durante o seu prazo de validade, em diferentes serviços e com distintas finalidades;
  • Acesso a linhas de crédito específicas.

A Certificação PME foi criada pelo Decreto-Lei n.º 372/2007 de acordo com a recomendação da Comunidade de 6 de Maio de 2003 (2003/361/CE).
Qualquer empresa pode obter online essa certificação de modo automático e imediato. O registo poderá ser feito e atualizado no site do IAPMEI, entidade certificadora, em http://www.iapmei.pt

Existe ainda o Estatuto PME Líder, considerado um selo de reputação de empresas. O Estatuto foi criado pelo IAPMEI para distinguir o mérito das PME nacionais com desempenhos superiores, e é atribuído em parceria com o Turismo de Portugal e o conjunto de Bancos Parceiros, tendo por base as melhores notações de rating e indicadores económico-financeiros.  O Estatuto tem associado um conjunto de benefícios, como o acesso em melhores condições a produtos financeiros e a uma rede de serviços, a facilitação na relação com a banca e um certificado de qualidade para as empresas na sua relação com o mercado.

Linha de apoio a micro e pequenas empresas disponível a partir desta quarta-feira

A nova linha de apoio a micro e pequenas empresas por causa da pandemia da Covid-19, com uma dotação de 1.000 milhões de euros está disponível a partir de hoje, de acordo com um comunicado.

Uma nota, a SPGM – Sociedade de Investimento, gestora da Linha de Apoio à Economia Covid-19 — Micro e Pequenas Empresas, indicou que esta linha conta “com uma dotação de 1.000 milhões de euros, dos quais 700 milhões de euros se destinam a microempresas e 300 milhões de euros a pequenas empresas” para apoiar sociedades afetadas pela pandemia.

“As empresas podem obter financiamento até 50.000 euros, no caso de microempresas, ou até 250.000 euros no caso das pequenas empresas, para um prazo máximo da operação de até seis anos incluindo 18 meses de carência de capital, e uma garantia até 90% do capital em dívida”, avançou a SPGM.

De acordo com o comunicado, “para se poderem candidatar, as empresas terão de apresentar uma quebra abrupta e acentuada de pelo menos 40% da sua faturação, e não poderão ter beneficiado das anteriores linhas de crédito com garantia mútua criadas para apoio à normalização da atividade das empresas, face ao surto pandémico da covid-19”.

A SPGM avisa ainda que “também não podem ter sido consideradas como empresas em dificuldades, em 31 de dezembro de 2019, nem ter sede em países ou regiões com regime fiscal mais favorável (offshore’)”.

A entidade deu ainda conta de uma revisão e introdução de melhorias, face às últimas medidas, “de forma a garantir a disponibilização mais rápida do valor do empréstimo às empresas”.

Assim, a nova linha inclui “a formalização da contratação das operações aprovadas assegurada integralmente pelo banco e a definição de uma utilização única da totalidade do montante de financiamento, no prazo máximo de 15 dias”, lê-se na mesma nota.

“Foi também, implementada uma nova metodologia ao nível das regras de distribuição da linha, consubstanciando-se essa alteração no recurso a quotas de utilização da linha pelas instituições bancárias, por oposição ao tradicional modelo de distribuição ‘first come first served’, em vigor nas anteriores linhas, de forma a que os apoios cheguem ao maior número de empresas e de forma mais célere possível”, explicou a SPGM.

De acordo com o organismo, “as quotas de utilização apuradas têm em conta os volumes de crédito bruto a empresas concedidos de acordo com os respetivos Relatórios Anuais e Contas reportados a 31 de dezembro de 2019”.

Os malefícios de não delegar e como evitar

Ele não deixa ninguém decidir nada. Tudo precisa de sua “bênção” e os processos não caminham porque ele está muito atribulado. Ele não quer ser só a alma do negócio, mas os pés e as mãos também. Se você já disse alguma das frases acima, certamente já trabalhou para um chefe centralizador. Mas e você? Considera-se centralizador?

Se você acha que está cercado por pessoas que não transmitem confiança e capacidade para tomar decisões e acredita naquela máxima que diz que é o olho do dono que faz o negócio crescer, é possível que seja um chefe centralizador. E, com isso, você está exposto a sofrer todos os malefícios que vou relatar a seguir.

Sobrecarga de responsabilidades

Que eu saiba, a primeira e mais notável característica de um chefe centralizador é não ter mais tempo para nada. A sobrecarga de responsabilidades o suga, por vezes, totalmente e não sobra tempo nem mesmo para os compromissos pessoais. Se você é uma pessoa que vive para o trabalho, tome cuidado! A vida pode passar pelo seu nariz sem você tê-la vivido.

Delegue responsabilidades e acredite no potencial de sua equipe. Para controlar sua insegurança, comece delegando pequenas responsabilidades como forma de testar cada um.

Desmotivação da equipe

Com a imobilidade em tomar decisões e resolver problemas de clientes, além de falta de reuniões de alinhamento e de um chefe que ouça e valorize suas ideias e reivindicações, a equipe passa a ficar desmotivada. Nessa perspectiva, não é assustador se os seus empregados adotarem a postura “pra que falar, se ele não nos ouve?”. Com isso, não é só você que tem a perder, mas a empresa como um todo.

Separe sempre um tempo para reunir-se com seus funcionários e escutá-los. Considere as ideias deles e teste, prestando o devido reconhecimento aos respectivos autores.

Falta de inovação

Devido à falta de tempo causada pela sobrecarga de responsabilidades e os constantes atrasos de demandas, somados com a desmotivação de sua equipe, há um gigantesco risco de sua empresa padecer com a falta de inovação. Afinal, você não terá tempo para se informar sobre as novidades do mercado nem para pensar em soluções inovadoras. As ideias criativas de seus empregados também não são colocadas em pauta pela falta de tempo e credibilidade neles.

Esteja sempre atento às falas de seus clientes e de sua equipe. Através dessa observação, você estará apto a ter bons insights. Além disso, teste pequenas inovações para sentir-se seguro em se arriscar em projetos inovadores maiores.

Problemas de saúde

Não tem como escapar! Grandes responsabilidades geram estresse excessivo e certamente causarão algum problema de saúde, desde uma gastrite nervosa a um AVC. E acredito que não vale a pena sofrer um derrame ou viver ingerindo remédios por causa de uma mania de controle excessivo das coisas, não é?

Então, trate de aprender a delegar responsabilidades para sua equipe e separar um tempinho para atividades em prol da sua saúde, como uma caminhada diária ou a prática da natação.

Gestão extremamente burocrática

Muitas regras e decisões que precisam passar por você podem gerar atrasos e insatisfação nos clientes. Portanto, se você tem uma insegurança muito grande em delegar tarefas, considere automatizar sistemas de gestão que, inclusive, permitem que você avalie sua equipe de forma coerente e correta.

Você se identificou com algum deses malefícios comuns a um chefe centralizador? Então, procure saná-los enquanto há tempo. E aproveite para me contar, aqui nos comentários, como você lida com esses desafios ou como foi conviver com um desses chefes centralizadores.

Por que é um erro misturar conta da empresa com a pessoal

Ser empreendedor não é uma tarefa fácil, não é? Sei bem disso! Eu e vários amigos temos nossos próprios negócios e muitos deles também têm dificuldades de se organizar. Mas esse é um ponto fundamental para o sucesso da empresa! Por isso, nesse post, vou tratar de um assunto importante: como lidar com a conta da empresa.

Uma das principais dificuldades dos meus amigos, e que já foi a minha também, é organizar as contas do negócio. Para começar esse processo, você deve entender que em hipótese alguma você deve misturar sua conta da empresa com a pessoal. Isso pode gerar um problema bem grave!

E esse é o assunto da nossa conversa de hoje. Vou deixar algumas dicas para que as finanças, do seu negócio e pessoais, estejam no lugar. Veja só!

Não perca o controle financeiro da empresa

Essa é a principal consequência da mistura das contas jurídicas e pessoais: a perda total (e às vezes, fatal) da vida financeira do seu negócio. Já vi vários amigos cometendo esse erro em acções bem simples, que podem passar despercebidas.

Um exemplo: você está na data limite para fazer as compras do mês ou pagar a escola das crianças. Sem tempo, você acaba utilizando o dinheiro da empresa para não deixar a conta vencer.

Se essa prática se torna recorrente, você pode perder o controle e não conseguir mais visualizar se seu negócio está dando os lucros necessários. Pensando dessa forma, muitos amigos meus fizeram empréstimos que não eram necessários só porque não conseguiam enxergar o quanto a empresa estava arrecadando.

Então você me pergunta: como evitar isso?

Tenha cuidado conta da empresa

Não deposite, de forma alguma, seu dinheiro pessoal em sua conta da empresa. Isso pode dificultar a leitura da situação financeira da sua empresa e impedir que você entenda a real situação do seu negócio.

Além disso, as conta da empresa têm condições especiais que podem garantir melhores taxas e facilidades.

Defina o dia para sua retirada pessoal

Esse é outro ponto muito importante. Faça suas retiradas pessoais sempre no mesmo dia — como um salário, mesmo. Dessa forma, você conseguirá elaborar um planeamento detalhado desse pró-labore.

Desde que comecei a estipular uma data, consigo prever e planear minha retirada naquele dia, todo mês. Isso acabou se tornando mais uma despesa fixa da minha empresa.

Saiba o valor da sua retirada

É importante que você defina qual o valor mensal do seu pró-labore. Assim, você já saberá como essa retirada vai impactar as contas da empresa.

É claro que, com o desenvolvimento do seu negócio, esse valor pode mudar. Mas , sendo um valor definindo, você terá uma visão mais real da saúde financeira da empresa.

Use a tecnologia a seu favor

A chave para o sucesso do controle financeiro de uma empresa é a informação — saber quanto está lucrando, e como o dinheiro entra e sai. Fazer isso manualmente é possível, mas leva tempo, além de existir maior possibilidade de erro.

Portanto, contar com um software que te ajude a realizar esse controle é um investimento que te dará informações mais precisas e uma boa visão geral do seu negócio.

5 mudanças que tem de fazer para se tornar um grande líder

Eu tenho certeza que a maioria dos chefes sonha em ser reconhecido como um grande líder! Mas, a maioria não sabe como ser um bom líder. Um líder de qualidade e expressão, conta com um grupo de colaboradores que o admiram e confiam no seu comando.

Para deixar de ser visto como um chefe e passar a ser admirado como um verdadeiro líder, evite alguns comportamentos que minam a produtividade, a motivação, a saúde e a auto-estima da equipe de trabalho. Veja quais são os comportamentos que devem ser evitados:

Tratar as pessoas de forma mal-educada e indelicada

Sempre que estiver nervoso ou irritado, evite realizar reuniões ou conversas mais tensas com sua equipe. Respire fundo e conte até dez para acalmar o seu espírito.

Tire o foco do problema e foque em alternativas de solução para o problema que está te preocupando. Sempre tem uma saída! Ser mal-educado ou indelicado com as pessoas só piora as coisas.

Abusar do poder

Esse comportamento está directamente ligado a uma atitude de arrogância, que visa inferiorizar as demais pessoas. Eu acho que você não quer humilhar ninguém, não é mesmo? Então, lembre-se daquele conselho popular: Não deixe o poder subir à sua cabeça!

Pegar no pé das pessoas

Para não ficar implicando com ninguém e “pegando no pé” da pessoa toda hora, eu sugiro uma boa prática: delegue as tarefas, estabeleça o prazo de entrega adequado e marque as datas de acompanhamento do andamento das actividades. Com organização, a interação com as pessoas flui de maneira muito tranquila. Vai por mim!

Usar o tom de voz inadequado

Fazer arremedos, soltar indiretas, fazer ironias, falar muito alto ou gritar não são a forma adequada para conversar com seus colaboradores. Vale lembrar: respeito é bom e todo mundo gosta. Modere seu tom de voz e seja educado.

Não se comunicar adequadamente

Eu já presenciei um chefe reclamando que sua funcionária não lhe entregava um relatório que ele muito precisava. Conversando com a funcionária, ela disse que o chefe nunca havia lhe pedido tal tarefa.

O que eu recomendei ao chefe, então? Faça uma descrição por escrito das tarefas e atribuições de cada colaborador, entregue pessoalmente, leia com ele e tire todas as dúvidas que possam surgir.

Assim, todos os colaboradores ficam cientes das suas responsabilidades. Os resultados de uma comunicação formal são muito superiores aos da comunicação informal, porque alinha as expectativas de todos os envolvidos.

Sempre que pensar em como ser um bom líder, tenha em mente que um bom líder precisa do apoio dos seus colaboradores para movimentar as engrenagens dos negócios e ter bons resultados.

Para começar sua trilha de liderança com sucesso, evite os comportamentos inadequados, que são fruto das atitudes ruins, somadas a traços de personalidade desfavoráveis. Para corrigi-los, desenvolva habilidades de inteligência emocional e relacionamento interpessoal. Existem excelentes cursos e livros sobre o assunto.

Saiba por que é um erro misturar conta da empresa com pessoal

Ser empreendedor não é uma tarefa fácil, não é? Sei bem disso! Eu e vários amigos temos nossos próprios negócios e muitos deles também têm dificuldades de se organizar. Mas esse é um ponto fundamental para o sucesso da empresa! Por isso, nesse post, vou tratar de um assunto importante: como lidar com a conta jurídica.

Uma das principais dificuldades dos meus amigos, e que já foi a minha também, é organizar as contas do negócio. Para começar esse processo, você deve entender que em hipótese alguma você deve misturar sua conta jurídica com a pessoal. Isso pode gerar um problema bem grave!

E esse é o assunto da nossa conversa de hoje. Vou deixar algumas dicas para que as finanças, do seu negócio e pessoais, estejam no lugar. Veja só!

Não perca o controle financeiro da empresa

Essa é a principal consequência da mistura das contas jurídicas e pessoais: a perda total (e às vezes, fatal) da vida financeira do seu negócio. Já vi vários amigos cometendo esse erro em ações bem simples, que podem passar despercebidas.

Um exemplo: você está na data limite para fazer as compras do mês ou pagar a escola das crianças. Sem tempo, você acaba utilizando o dinheiro da empresa para não deixar a conta vencer.

Se essa prática se torna recorrente, você pode perder o controle e não conseguir mais visualizar se seu negócio está dando os lucros necessários. Pensando dessa forma, muitos amigos meus fizeram empréstimos que não eram necessários só porque não conseguiam enxergar o quanto a empresa estava arrecadando.

Então você me pergunta: como evitar isso?

Tenha cuidado conta jurídica

Não deposite, de forma alguma, seu dinheiro pessoal em sua conta jurídica. Isso pode dificultar a leitura da situação financeira da sua empresa e impedir que você entenda a real situação do seu negócio.

Além disso, as contas jurídicas têm condições especiais que podem garantir melhores taxas e facilidades.

Defina o dia para sua retirada pessoal

Esse é outro ponto muito importante. Faça suas retiradas pessoais sempre no mesmo dia — como um salário, mesmo. Dessa forma, você conseguirá elaborar um planejamento detalhado desse pró-labore.

Desde que comecei a estipular uma data, consigo prever e planejar minha retirada naquele dia, todo mês. Isso acabou se tornando mais uma despesa fixa da minha empresa.

Saiba o valor da sua retirada

É importante que você defina qual o valor mensal do seu pró-labore. Assim, você já saberá como essa retirada vai impactar as contas da empresa.

É claro que, com o desenvolvimento do seu negócio, esse valor pode mudar. Mas , sendo um valor definindo, você terá uma visão mais real da saúde financeira da empresa.

Use a tecnologia a seu favor

A chave para o sucesso do controle financeiro de uma empresa é a informação — saber quanto está lucrando, e como o dinheiro entra e sai. Fazer isso manualmente é possível, mas leva tempo, além de existir maior possibilidade de erro.

Portanto, contar com um software que te ajude a realizar esse controle é um investimento que te dará informações mais precisas e uma boa visão geral do seu negócio.

Viu só? Separar a conta jurídica da pessoal é extremamente importante para que seu negócio dê cada vez mais lucros. Espero que eu tenha te ajudado!

O investimento em detalhe

O detalhe do investimento por setor institucional mostra que o aumento do peso da FBCF no PIB de 1995 a 2000 se deveu sobretudo à subida nas Sociedades não Financeiras, numa fase ainda marcada pela descida das taxas de juro no acesso à Área Euro.
A partir de 2000, a tendência de descida abrangeu todos os setores, tendo sido particularmente acentuada nas Administrações Públicas durante o PAEF.
Em 2016, os rácios da FBCF no PIB eram de 9.6% nas Sociedades não Financeiras (ligeiramente acima do valor de 1995, mas abaixo dos 13.7% registados em 2000), 3.2% nas Famílias e ISFLSF (após 8.4% em 1995 e 9.1% em 2000), 1.6% nas Administrações Públicas (4.4% e 4.6%, respetivamente) e 0.3% nas Sociedades Financeiras (1.0% e 0.6%).
Embora o peso da FBCF tenha voltado a cair em 2016 (para 14.8%, após 15.3% em
2015), a descida foi já pouco pronunciada e os dados do quarto trimestre foram marcados por uma recuperação (para um rácio de 15.2%), a refletir sobretudo a melhoria nas Administrações Públicas (para 2.2%).

Figura 8 – FBCF por setor institucional a preços correntes (% do PIB).

Segundo dados do Banco de Portugal (seguindo o princípio direcional), a posição de
investimento direto líquido melhorou de forma quase ininterrupta entre 2008 e
2016 (com exceção de 2011, em que se verificou um recuo), passando de 30.7 para 59.2mil M€, uma evolução que refletiu uma subida mais forte da posição de investimento direto estrangeiro (que apenas registou um recuo em 2011), IDE, do que da posição de investimento direto de Portugal no exterior, IPE, ao longo do período de análise.

Por países, a maior posição de IDE em Portugal no final de 2016 pertencia à Holanda, seguida de Espanha, Luxemburgo, Reino Unido e França, considerando apenas os valores acima de cinco mil M€.

No caso do IPE, a maior posição nacional no final de 2016 foi registada na Holanda,
seguindo-se Espanha, Angola, Brasil, Luxemburgo e Itália, para valores acima de 1500 M€.

Certo é que a nova vaga tecnológica coloca desafios a todos e não só ao tecido empresarial. Tais desafios configuram riscos mas também significativas oportunidades.
É um difícil caminho que temos que percorrer, com enormes exigências, mas que não deixa de estar ao nosso alcance. O tecido empresarial português saberá, como noutras ocasiões já o demonstrou, superar mais este desafio, capaz de acompanhar as mudanças, substituindo os produtos e serviços atuais por novos, com
uma mais plena satisfação por parte dos clientes e utilizadores.

A estrutura do vAB alterou-se de forma significativa entre 1995 e 2016, tendo-se
observado uma redução do peso do Setor Primário e do Setor Secundário em favor
do Setor Terciário, onde se verificaram ganhos de peso nos principais ramos, sobretudo na Atividade Financeira, Seguradora e Imobiliária.
Note-se, contudo, que à perda de importância relativa da Indústria é necessário ter em conta, pelo menos em parte, a crescente externalização de serviços que anteriormente estavam, sobretudo, refletidos no VAB do ramo industrial, de que é exemplo a logística.
A especialização e desenvolvimento desses serviços a preços competitivos e com qualidade são cruciais para o aumento do valor acrescentado, da produtividade e da competitividade da Indústria em sentido lato que, sendo um setor transacionável por excelência
(fortemente exposto à concorrência internacional), é determinante para a conquista qualificada dos mercados externos, o saldo externo e, por essa via, para o crescimento sustentável do país.
Não é, por isso, de admirar que as políticas de reindustrialização tenham entrado nos últimos anos na agenda nacional e europeia.
Mas, “reindustrializar” não pode, nem deve, significar voltar ao passado. A reindustrialização não pode estar desligada dos inúmeros fatores e agentes de mudança que vivemos atualmente e de outros que perspetivamos que venham a ocorrer a uma velocidade sem precedentes.
Depois da 1ª revolução industrial – com o surgimento da máquina a vapor, da 2ª revolução – com a eletricidade, e da 3ª revolução – com a eletrónica e robótica, temos pela frente a 4ª revolução industrial – a chamada Indústria 4.0 -, onde a convergência entre o físico, o digital e o biológico irá alterar radicalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos.
Para além da rápida velocidade, outra caraterística desta nova etapa da revolução industrial é, seguramente, a sua escala e impacto. Estudos recentes mostram que, inevitavelmente, a 4ª revolução industrial não se efetuará sem perturbações, apontando-se que o enorme potencial disruptivo se fará sentir com grande intensidade no mercado de trabalho, estimando-se uma perda significativa de postos de trabalho.
Porém, paralelamente, com a era da digitalização industrial, é de perspetivar o desenvolvimento de novos modelos de negócio – que seguramente atuarão em segmentos de maior valor acrescentado, conferindo por essa via ganhos significativos de competitividade, recolocando a Indústria (e os serviços direta e indiretamente relacionados) numa posição muito relevante em termos da estrutura económica do país e do seu contributo para a geração de riqueza e emprego.
No que se refere ao setor primário, apesar de representar atualmente uma fatia reduzida do VAB (cerca de 2.3%), continuamos a presenciar vários sinais que traduzem inequivocamente uma maior afirmação deste setor e que estarão já a produzir alguma inflexão da trajetória descendente (notando-se já, nos anos mais recentes, uma travagem na descida do peso no VAB).

Esta “nova trajetória” estará certamente associada, entre outros fatores, à existência de novos players no mercado – sobretudo jovens agricultores, com outra preparação e formação –, a uma mais estreita ligação com o sistema científico e tecnológico, e à melhoria significativa da qualidade e aumento do valor acrescentado dos produtos. Para além do elevado impacto em termos de valorização dos recursos endógenos, de
ocupação e ordenamento dos territórios, da proteção do ambiente, da conservação da biodiversidade, entre outros, o setor primário constitui ainda uma importante base para outros setores de atividade, mormente da indústria agroalimentar, onde Portugal tem vindo a registar uma forte notoriedade, dentro e fora de portas.

A matriz Input-Output

O INE publicou, no final de 2016, informação sobre “matrizes Simétricas de Input-
Output” para a economia portuguesa referentes a 2013 (os últimos dados, relativos
a 2008, haviam sido produzidos pelo extinto Departamento de Prospetiva e Planeamento).
Esta informação permite, nomeadamente, simular os efeitos de choques na procura final sobre a economia nacional sob as assunções do Modelo de Leontief, que é uma representação simplificada da realidade, aconselhando a alguma prudência na interpretação dos resultados.

A Tabela seguinte apresenta, segundo o INE, os impactos sobre o PIB e as impor-
tações de um aumento de 100 unidades monetárias nas principais componentes
da procura final.
• “Na despesa de consumo final das famílias (Consumo Privado), por cada 100 unida-
des adicionais consumidas, o PIB aumenta 74 unidades e as importações 26 unidades, das quais, 13 unidades de bens e serviços para consumo final direto das famílias e 13
unidades destinadas a integrarem o próprio processo produtivo interno;
• Na despesa do Consumo Final das Administrações Públicas é pouco expressivo o
conteúdo importado, refletindo a natureza indireta da medição do consumo de bens e serviços públicos, baseada fundamentalmente nos custos incorridos pelas Administra-

1Entre os quais a utilização de coeficientes técnicos constantes, capacidade produtiva ilimitada, a inexistência de economias de escala, a ausência de variação de preços relativos e de efeitos de substituição, produtos homogéneos e a não consideração de restrições financeiras.

Contratações Públicas (onde avultam os encargos com remunerações) para providenciar estes bens e serviços;
• No Investimento (FBCF), a variação de 100 unidades conduz a um aumento de 67
unidades no PIB e de 33 unidades nas importações (20 em importações diretas e 13
indiretas);
• Finalmente, a variação de 100 unidades das Exportações conduz a um aumento do
PIB em 55 unidades e ao maior impacto nas importações: 45 unidades, das quais 41
indiretas.”

Assim, embora à primeira vista estes dados apontem para um impacto mais forte do
consumo (público e privado) no PIB comparativamente aos impactos do investimento e das exportações, dado o maior conteúdo importado destas duas componentes, é preciso analisar esses dados com cautela à luz de vários fatores, nomeadamente os pressupostos do modelo e a forma de medição do consumo público (indireta).
O próprio INE dá disso conta, ao referir, por exemplo, que “estes efeitos seriam naturalmente diferentes se, em lugar do crescimento uniforme das componentes de cada agregado da procura final, se assumissem variações diversas.
Por exemplo, se o aumento de 100 unidades monetárias nas exportações ocorresse exclusivamente nos serviços de alojamento e restauração, o PIB e as importações aumentariam, respetivamente, em 86 e 14 unidades.
Se o mesmo aumento se verificasse nas exportações de produtos refinados do petróleo, o acréscimo no PIB seria apenas de 6 unidades e nas importações o acréscimo seria de 94 unidades”.
Chamamos ainda a atenção que estamos perante uma análise estática (de relação entre as variáveis na matriz de empregos e recursos dos vários setores), pelo que os impactos de longo prazo (de ordem superior) das variáveis poderão conduzir a resultados um pouco diferentes dentro deste modelo ou se fossem enquadrados noutro modelo.

AEP – Associação Empresarial de Portugal

Por exemplo, na literatura do crescimento económico (de longo prazo) é reconhecida uma grande importância ao comércio internacional – em particular para uma pequena economia aberta como a portuguesa – não só porque as exportações (de bens e de serviços) promovem a competitividade e a produtividade dos países, mas também devido ao efeito positivo das importações de elevado conteúdo tecnológico para o crescimento das economias, ao potenciarem um aumento da produtividade e um efeito progressivo de imitação indutor de
maior progresso técnico, sobretudo para economias menos avançadas.

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